sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Servidores da saúde e da UERN promovem Apagão no Tarcísio Maia



Na manhã desta sexta-feira 19 de janeiro o Hospital Tarcísio Maia amanheceu em greve. Servidores da saúde, em unidade com docentes da UERN, promoveram o Apagão no HRTM, reivindicando pagamento de salários em dia para aposentados e ativos, sem distinção entre os servidores estaduais. O piquete foi iniciado a partir das 06h pelos grevistas, e contou com adesão crescente dos funcionários do hospital, que esvaziaram os setores para protestar contra o (des)governo de Robinson Faria.
O ato unificado exigiu também a imediata reintegração dos 86 servidores demitidos da UERN nesta quinta-feira 18/01. A luta contra o atraso de salários cumulou com a luta contra o pacote de maldades do governo, a demissão de servidores, e a privatização do patrimônio público potiguar. São ataques atrás de ataques, de um governo inimigo do povo. Chega de pagar pela crise! Chega de caos no serviço público!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

'Apagão' no Hospital Tarcísio Maia ocorre nesta sexta 19/01



Na manhã desta segunda-feira 15/01, em assembleia promovida pelo Sindsaúde Mossoró na sala de reuniões do HRTM, servidores da saúde decidem engrossar as atividades da greve pelo pagamento em dia dos salários, tanto de aposentados quanto para os ativos. Servidores também vão engrossas a resisência contra o "pacote de maldades" de Robinson Faria/Fábio Dantas, que visa aumentar o desconto no salário do funcionalismo estadual e rebaixar direitos, e será votado na ALERN na terça 16/01.
Para acabar com o movimento paredista,Robinson Faria propôs pagar uma parte dos salários atrasados para os ativos, e deixar os aposentados à míngua. Não aceitamos soluções parciais que não contemplem o conjunto dos servidores. A assembleia ratificou: a greve continua!
Deliberou-se, neste sentido, a realização do I Apagão no Hospital Tarcísio Maia nesta sexta-feira 19/01. O movimento já ocorreu em duas ocasiões no Hospital Walfredo Gurgel e agora se alastra para os demais hospitais regionais. Neste dia, os servidores da saúde irão paralisar as principais atividades do HRTM por um dia para protestar contra o governo Robinson e em defesa de seus direitos.

Confira o álbum da assembleia aqui:




Confira o vídeo dos servidores anunciando o apagão:



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Rosalba apropria-se ilegalmente do desconto em folha dos servidores da saúde



A Prefeitura de Mossoró está há dois meses sem repassar o desconto sindical do Sindsaúde Mossoró. Trata-se do valor de 1% do salário, que os servidores municipais filiados ao Sindsaúde autorizam que a Prefeitura repasse diretamente ao sindicato, na forma de repasse mensal.

Cabe lembrar que a Prefeitura é a mera depositária destes valores, e que só tem a obrigação de repassá-lo ao sindicato em até dez dias, sob pena de juros de mora – nos termos do artigo 545 da CLT.

Não é a primeira vez que a gestão de Rosalba Ciarlini incorre nesta apropriação ilegal de recursos. Em Maio de 2017, o Sindsaúde denunciou à imprensa os quatro meses de repasse sindical atrasado por parte da Prefeitura. Novamente, a Prefeitura está há dois meses represando recursos do Sindsaúde Mossoró.

Conforme alertamos em nossa primeira denúncia, estas reiteradas condutas podem caracterizar ato de improbidade administrativa por parte da gestora, visto que ao “retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício”, Rosalba Ciarlini pode ser responsabilizada por ato de improbidade administrativa previsto no art. 11, inciso II, da Lei nº 8429/92, com pena de perda da função pública e suspensão dos direitos políticos, além de multa no valor de até cem vezes o que deixou de repassar.

Solicitamos à Prefeitura de Mossoró que repasse imediatamente os repasses atrasados do Sindsaúde Mossoró e que corrija sua conduta, que pode incorrer em caso de típica improbidade administrativa.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

50 dias de greve: servidores da saúde e da UERN promovem ato unificado em Mossoró



Na manhã desta quarta-feira 03 de janeiro a ADUERN e o Sindsaúde/RN promoveram em Mossoró um ato público unificado dos 50 dias de greve. Servidores da saúde e docentes da UERN saíram em marcha da reitoria da UERN até a Praça do Mercado.
Após a marcha no centro da cidade, servidores se encaminharam em caravana para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde se somaram aos grevistas daquele hospital.

Já em 2018, muitos servidores ainda não receberam o salário de novembro, e nenhum ainda não recebeu o salário de dezembro e o décimo-terceiro salário. No primeiro ato público de Mossoró deste ano, os servidores demonstraram disposição de luta, e que estão unidos até o fim na luta contra o atraso dos salários e a destruição do serviço público promovido por Robinson Faria.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Informes do fim do ano



Servidores do Tarcísio Maia completam 40 dias de greve



Com o lema "Servidor sem salário em dia, Natal de panela vazia", grevistas do Hospital Tarcísio Maia paralisaram os serviços e realizaram um ato público nas portas do HRTM, na tarde da sexta-feira 22/12. Em plena véspera de Natal, a maioria dos servidores da saúde não receberam sequer o salário de novembro, quiçá o décimo-terceiro salário. O governo Robinson faz milhares de famílias do Rio Grande do Norte passar o Natal e as festas sem salário, de panela vazia, enquanto o povo pobre sofre à míngua com as carências dos hospitais públicos.
Queremos justiça! Queremos salário em dia, e também queremos uma saúde pública digna para usuários e funcionários!

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Falta de pagamento dos salários pode levar ao fechamento de doze leitos no Tarcísio Maia



A partir desta quarta-feira 20/12, duas enfermarias da clínica médica poderão fechar por tempo indeterminado no Hospital Regional Tarcísio Maia. A medida significa o fechamento de 12 (doze) leitos hospitalares de média complexidade, sendo considerada em reunião da enfermagem do HRTM junto do diretor da unidade, Jarbas Mariano, e do diretor estadual do Sindsaúde Mossoró, Aldiclesio Maia. O documento, redigido pelos próprios profissionais da enfermagem na manhã desta quarta-feira, também prevê o fechamento da sala de medicação durante a maior parte do dia, além de outras medidas de suspensão parcial de alguns serviços hospitalares.

O pano de fundo desta decisão se dá com o agravamento da crise financeira que passam os servidores da saúde, com sucessivos atrasos de salário. Os funcionários da unidade relatam cada vez mais dificuldades para chegar ao serviço. Além disso, o problema do atraso dos salários, cumulado com a divisão das faixas salariais, faz com que os servidores percam o interesse nos plantões eventuais, impossibilitando completar as escalas. Desta maneira, os efeitos dos ataques dos governos e a crise financeira que os servidores passam se cruzam e se somam. A permanência da crise do governo Robinson com o funcionalismo público só prejudica as necessidades da população, impulsionando a tendência de acumulação de pacientes nos corredores e em outros locais.

Neste sentido, o Sindsaúde estará promovendo um ato público dos 40 dias da greve da saúde, com o tema "Servidor sem Salário em Dia passa Natal de Panela Vazia". A manifestação irá ocorrer na sexta-feira, 22/12, a partir das 15h, em frente ao Hospital Regional Tarcísio Maia.

Dr. Jarbas, diretor do HRTM, se reúne com coordenador de enfermagem Tony


Lista de medidas a serem implementadas pela equipe de enfermagem do HRTM a partir do dia 20/12

Recadastramento dos municipalizados é mais um ataque contra os trabalhadores



Aqueles servidores estaduais que foram cedidos para algum município são chamados municipalizados. O Governo do Estado do RN convocou todos os funcionários municipalizados para realizarem um recadastramento geral.  Este recadastramento só pode ser realizado na SEARH, no Centro Admistrativo da capital. Em meio à situação de crise financeira, decorrente do atraso de salários, forçar servidores que moram nos distantes municípios do Oeste Potiguar a se encaminharem para Natal, ao invés de possibilitar o recadastramento em Mossoró e em mais cidades, é mais um ataque contra os trabalhadores.

Muitos municipalizados procuraram os diretores do Sindicato, relatando não apenas as dificuldades financeiras em fazer o recadastramento, como também temendo que o Governo pudesse utilizar o procedimento para remover direitos e prejudicar os trabalhadores. Neste sentido, a direção regional do Sindsaúde Mossoró organizou a caravana dos municipalizados para fazer o recadastramento nesta terça-feira 19/12. Em um momento que sofrem sucessivos atrasos de salários por parte do Governo Robinson, garantir assistência para as necessidades mais urgentes dos servidores também é uma função imprescindível de um sindicato comprometido com as trabalhadoras e trabalhadores.





terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Ameaçados de demissão, servidores concursados tomam as ruas de Assu




Na manhã desta terça-feira 19/12 centenas de pessoas protestaram pelas principais ruas de Assú, contra a demissão dos 94 servidores municipais anunciada pelo prefeito Gustavo Soares em conluio com o Tribunal de Contas do Estado. A concentração iniciou a partir das 07h, e os trabalhadores marcharam até a sede da Prefeitura.
A medida foi anunciada através de relatório circunstanciado, em que a Prefeitura de Assú indica um rol de medidas prejudiciais aos interesses das trabalhadoras e trabalhadores de Assú. Dentre essas medidas, toma como ação prioritária a exoneração de 94 servidores municipais da saúde e da educação, convocados durante os anos de 2015 e 2016.
Durante o ato, os servidores enfatizaram que o serviço público de Assú corre perigo. Com a ameaça de demissão pairando sobre quase 100 servidores, a rede de atenção básica pode paralisar suas atividades e as escolas podem sofrer com falta de professores. A população de Assu é a principal prejudicada. Novamente, o discurso do limite prudencial e da Lei de Responsabilidade Fiscal está sendo usado para descarregar a crise nas costas dos trabalhadores. Todavia, os manifestantes rebateram a ameaça com um questionamento legítimo: se a Prefeitura de Assú quer cortar gastos com o Poder Executivo Municipal, por que não começa cortando cargos comissionados e reduzindo salários de assessores, secretários e do próprio prefeito?


Confira o álbum de fotos da manifestação:



Confira o vídeo do ato:


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Prefeitura de Assú ameaça exonerar 94 servidores municipais

Servidores ameaçados de demissão promoveram assembleia na quinta 14/12, na Câmara Municipal de Assú

A Prefeitura de Assú ameaça exonerar 94 servidores municipais que ingressaram através do concurso público, convocados durante os anos de 2015 e 2016. A proposta veio a tona através de relatório circunstanciado emitido pela Prefeitura e assinada pelo gestor Gustavo Soares. O prefeito entende como inevitável a adoção de medidas que venham a cortar despesas com o pessoal. A ação prioritária apontada pelo relatório ref. Ao processo nº 19097/2014 é a nulidade das “94 vagas criadas a mais que o edital”, bem como a exoneração dos servidores não estáveis. Para concretizar o feito, a prefeitura emitiu o Decreto nº 040, de 14/12/17, autorizando a Secretaria Municipal de Administração a indicar “prováveis expurgos em sua atual composição” no quadro dos servidores.

Buscando uma solução alternativa, os servidores municipais ameaçados de exoneração se reuniram em Assembleia na Câmara Municipal de Assú na manhã da quinta-feira 14/12. A ameaça de demissão abrange diversas categorias, incluindo profissionais da enfermagem, psicólogos, médicos, servidores da educação -  que já trabalham há mais de três anos na cidade, exercendo funções relevantes no serviço público para a população de Assú e região.

A Lei de Responsabilidade Fiscal, invocada pelos órgãos do Estado, está sendo usada mais uma vez para acelerar o sucateamento e a destruição dos serviços públicos essenciais, neste caso atentando contra a rede de atenção básica do município de Assú. Não esquecemos o TAC nº 138, em, que o Ministério Público, usando de justificativas similares,opinou pela desativação de sete hospitais regionais no interior do Estado, o que gerou indignação e incitou o povo a tomar as ruas. A Constituição trata sim sobre o controle das contas públicas, mas trata também sobre o direito de todo o cidadão à saúde, dever do Estado. Juntamente dos servidores prejudicados, o Sindsaúde opina que existem outras áreas em que a Prefeitura de Assú possa reduzir gastos, por exemplo, através da demissão dos cargos comissionados e redução de salários dos próprio Prefeito, seus secretários e assessores.




A ação prioritária apontada pelo relatório ref. Ao processo nº 19097/2014 é a nulidade das “94 vagas criadas a mais que o edital”, bem como a exoneração dos servidores não estáveis.

Confira o álbum de fotos da assembleia

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Natal do Sindsaúde Mossoró ocorre neste sábado 16/12


Convidamos todas as servidoras e servidores da saúde associados ao nosso sindicato para participar da nossa tradicional confraternização natalina.
A festa vai ocorrer no sábado 16/12, no clube da Associação do Hospital Tarcísio Maia, a partir das 16h. A entrada é livre para as sócias e sócios, que poderão levar, no máximo, 2 acompanhantes por pessoa. Garanta sua senha na sede do Sindsaúde Mossoró, na R. Prudente de Morais, 940.
Mais informações: (84) 3316 - 9518