quinta-feira, 20 de julho de 2017

Caraúbas: populares tomam as ruas contra fechamento dos hospitais regionais



Na manhã desta quinta-feira 20 de julho trabalhadoras, trabalhadores, estudantes e representantes da classe política marcharam pelas ruas do Centro de Caraúbas contra o fechamento dos Hospitais Regionais.  O ato é parte de uma onda de protestos contra o TAC 138 – acordo celebrado entre Governo, Ministério Público e Procuradoria do Estado – que ameaça de fechamento ou municipalização sete hospitais regionais no interior do Rio Grande do Norte. Ocorreram grandes manifestações de rua nas cidades de Angicos, Apodi, Canguaretama e Caraúbas.

O ato teve concentração em frente ao Hospital Dr. Aguinaldo Pereira e seguiu pelas principais vias da cidade, terminando em frente à prefeitura – onde houveram falas de trabalhadores, sindicalistas e vereadores da oposição. Apesar da Prefeitura estar do lado do Governo Robinson, e tentado minimizar a ameaça de fechamento, a população caraubense se preveniu e tomou as ruas em defesa dos hospitais regionais.


O anúncio do teor do Termo de Ajustamento de Conduta nº 138 inflamou a política estadual, levando milhares de pessoas às ruas nos municípios afetados. As declarações do Governador estão desacreditadas perante a população. Atendendo o chamado das ruas, o Sindsaúde reinvindica ao governo Robinson: Nenhum Hospital a Menos! Deixando claro quemunicipalização não é a solução, e que os hospitais regionais realmente precisam de mais investimentos para abastecer equipamentos e material hospitalar carente, bem como a realização de concurso público para suprir o déficit estadual de servidores da saúde. E para demonstrar o compromisso com a saúde pública, que o Governo assine uma nova TAC comprometendo-se a parar desde já a política de fechamento de unidades, garantindo nenhum serviço a menos para os hospitais públicos estaduais.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Apodi: multidão protesta contra fechamento dos hospitais regionais



Na manhã desta terça-feira 18/07 cerca de sete mil pessoas tomaram as ruas de Apodi em uma grande manifestação contra o fechamento dos hospitais regionais. Ocorreram paralisações em todas as escolas públicas, na saúde, nos prédios públicos em geral, com os trabalhadores rurais e também no Comércio. O ato é parte de uma onda de protestos contra o TAC 138 – acordo celebrado entre Governo, Ministério Público e Procuradoria do Estado – que ameaça de fechamento ou municipalização sete hospitais regionais no interior do Rio Grande do Norte.

A passeata em defesa do Hospital Regional Hélio Morais Marinho já entrou para a história de Apodi como uma das maiores manifestações populares que já ocorreram na cidade. Além da quantidade de participantes, também é de se destacar a unidade entre mais de 20 (vinte)entidades as quais emitiram nota de repúdio ao TAC 138 e também mobilizaram para o protesto: reunindo sindicatos, direções do Hospital e do IFRN, OAB, CDL, além das Câmaras de Vereadores e Prefeituras de Apodi, Felipe Guerra, Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo.

O anúncio do teor do Termo de Ajustamento de Conduta nº 138 inflamou a política estadual, levando milhares de pessoas às ruas nos municípios afetados. As declarações do Governador estão desacreditadas perante a população. Atendendo o chamado das ruas, o Sindsaúde reinvindica ao governo Robinson: Nenhum Hospital a Menos! Deixando claro que municipalização não é a solução, e que os hospitais regionais realmente precisam de mais investimentos para abastecer equipamentos e material hospitalar carente, bem como a realização de concurso público para suprir o déficit estadual de servidores da saúde. E para demonstrar o compromisso com a saúde pública, que o Governo assine uma nova TAC comprometendo-se a parar desde já a política de fechamento de unidades, garantindo nenhum serviço a menos para os hospitais públicos estaduais.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Municipalização não é solução

Protesto contra o fechamento dos Hospitais Regionais em Angicos: as crianças lembraram que fechamento de hospitais não foi uma promessa de campanha do atual governador Robinson Faria


A revelação do teor do Termo de Ajustamento de Conduta nº 138 incendiou o cenário político estadual. Frente à ameaça real de fechamento de seus hospitais regionais, populações dos municípios afetados logo passaram a organizar grandes manifestações de rua contra o fechamento destes. O Governo Robinson já está sentindo a pressão popular e tenta desmobilizar a onda de protestos: “O TAC não determina o fechamento, mas um estudo de redefinição de perfil das unidades”. Por um lado, as “palavras ao vento” do governador estão desacreditadas perante a sociedade potiguar, que assistiu ao fechamento de dois hospitais públicos por este mesmo governo no ano passado. Por outro lado, a alternativa de municipalização também não pode ser solução: a conversão das unidades hospitalares em UPA ou UBS também significa condenar os hospitais regionais e restringir o acesso à saúde da população.

Em defesa dos hospitais regionais: nenhum serviço a menos.
Apesar das declarações recentes do governador, a TAC 138 fala expressamente em implementar um “cronograma dedesativação dos hospitais regionais [..] em prazo não superior a 120 dias”, dando como única alternativa a “transferência da estrutura física das unidades desativadas para entes municipais” para “conversão em Unidades de Pronto-atendimento, UBS – Unidade Básica de Saúde, Sala de Estabilização ou outro formato adequado”.  A permanência dos serviços hospitalares, que são de responsabilidade do Governo do Estado, está de fato ameaçada de fechamento em sete municípios do interior do RN.
O Sindsaúde é a favor da ampliação da rede do Sistema Único de Saúde. Todavia, não é preciso fechar hospitais regionais para abrir UBS ou UPAs. Nestes termos, não estamos falando de ampliação, mas de um retrocesso – do fechamento de serviços hospitalares e do desperdício de leitos que poderiam servir à população. Além disso, os municípios são entes federados com muito menos recursos que o estado – não tem capacidade orçamentária de custear a estrutura dos hospitais do estado. Não é por acaso que diversas prefeituras e também Câmaras Municipais estão engajadas na luta contra o fechamento dos hospitais regionais.

Ao invés de fechar hospitais ou entregá-los aos municípios, por que o próprio Estado não garante mais investimentos para abastecer os hospitais regionais? Afinal, para equipar e fazer funcionar um hospital público não tem segredo. Basta ter vontade política, ter compromisso com a população e com as próprias promessas da campanha eleitoral. O que os hospitais precisam é de suprir as carências de equipamentos médico-hospitalares e material de expediente faltante, além de um concurso público para superar a sobrecarga de trabalho e o déficit estadual de servidores da saúde.

Neste sentido, o Sindsaúde continuará tomando as ruas por “nenhum hospital a menos” e também “nenhum serviço a menos”, afirmando que municipalização não é solução, mas sim um plano de estruturação e de mais investimentos nos hospitais regionais por parte do Governo do Estado.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Angicos: manifestação toma ruas do centro contra fechamento dos hospitais regionais



Na manhã desta quarta-feira 14 de julho, cerca de mil trabalhadores e estudantes de Angicos tomaram as principais ruas do centro em manifestação contra o fechamento dos hospitais regionais no interior do Rio Grande do Norte. O ato saiu da Praça da Igreja São José e terminou com um abraço coletivo no Hospital Regional de Angicos. Participaram do movimento sindicalistas, estudantes, lideranças religiosas, jornalistas, representantes da Prefeitura e da Câmara dos Vereadores de Angicos, assim como a população em geral.

O ato público ocorre em meio a uma onda de protestos contra a TAC 138 – acordo firmado entre o Governo Robinson e o Ministério Público que pode fechar até sete hospitais públicos no interior do estado - levando a população dos municípios afetados a tomar as ruas contra o governo. Nesta mesma semana, ocorreram atos públicos sobre o mesmo motivo em Apodi, Caraúbas e Canguaretama. Na próxima semana a luta continua, com a população de Apodi e Caraúbas também organizando grandes passeatas em defesa dos hospitais regionais.

O Governo do estado impõe duas saídas para os hospitais públicos do interior do RN: ou o fechamento, ou a municipalização. Não é por acaso que diversas prefeituras municipais já se posicionaram contrários aos termos da TAC: os municípios são entes federados com menor orçamento que o estado, por conseguinte não sendo capazes de assumir hospitais estaduais. Neste sentido, o Sindsaúde está em luta por nenhum hospital a menos, declarando que municipalização não é a solução, e sim que precisamos de um plano de estruturação e mais investimentos para abastecer materiais e equipamentos faltantes, além de um concurso público para suprir o déficit estadual de servidores da saúde.

Confira o vídeo da manifestação em movimento:



Veja aqui o álbum de fotografias do protesto:

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Caraúbas: servidores da saúde e população organizam manifestação contra fechamento dos hospitais regionais



Na manhã desta quarta-feira 12 de julho ocorreu um ato público contra o fechamento dos hospitais regionais no RN. O protesto foi em frente ao Hospital Regional Dr. Aguinaldo Pereira, e contou com a presença de servidores da saúde, populares e representantes da classe política local. A população, por sua vez, já está mobilizando uma grande passeata para tomar as ruas de Caraúbas contra o fechamento de seu hospital público – na quinta-fera 20/07 a partir das 08h.

O protesto ocorre em meio a uma onda de manifestações após a divulgação do TAC nº 138/2017 – acordo entre o Governo Robinson e o Ministério Público que possibilita o fechamento de sete hospitais regionais no interior do Rio Grande do Norte. O anúncio do fechamento conjunto está sendo rechaçado pela população dos municípios afetados. Em Apodi e Caraúbas, o Sindsaúde promoveu atos públicos em frente ao Hospital, e as populações destes municípios já estão mobilizando grandes passeatas para tomar as ruas contra o fechamento dos hospitais regionais.

A pressão social já fez o governo mudar o discurso e afirmar que “não fechará qualquer hospital”. Não podemos esquecer que Robinson também garantiu até o fim que não fecharia o Hospital da Mulher – mas fechou. Além disso, a alternativa de municipalização proposta pelo Governo mediante a TAC também significa condenar os hospitais regionais e o direito à saúde do povo pobre. Os municípios são entes federados com menos recursos que o Estado – que detém realmente a responsabilidade de custear os hospitais públicos de nível regional.

O Sindsaúde Mossoró está em luta contra qualquer fechamento de unidade de saúde e quaisquer medidas que envolvam cortes de gastos em saúde e demais investimentos sociais. Municipalização não é a solução para os hospitais: precisamos de um plano de reestruturação e investimentos para os hospitais regionais, com um levantamento de todas as necessidades e carências, suprir materiais e equipamentos faltantes, e realizar um novo concurso público para compensar o déficit estadual de servidores.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Apodi: Sindsaúde promove ato contra fechamento do Hospital, população organiza passeata



Na manhã desta terça-feira 11 de julho ocorreu uma manifestação espontânea em frente ao Hospital Hélio Morais Marinho. Trabalhadoras e trabalhadores da saúde, estudantes e populares se reuniram em protesto contra o fechamento do hospital regional de Apodi e contra a TAC 138/2017 – acordo do governo Robinson com o Ministério Público que prevê o fechamento de sete hospitais públicos no interior do RN em até 120 dias.

O ato foi apenas um ensaio, e a população de Apodi já prepara uma grande passeata unificando trabalhadores e estudantes para esta quarta-feira, com concentração em frente ao Hospital de Apodi a partir das 09h.

Seguir na luta em defesa dos hospitais regionais

Robinson Faria ficará lembrado para a história como o governo que mais atacou e fechou os hospitais públicos no Rio Grande do Norte. Ele nunca escondeu suas intenções: dos 23 hospitais regionais, o governo só teria intenção de manter oito. Não bastando o fechamento do Hospital da Polícia e Hospital da Mulher em Mossoró no ano passado; o governo busca amparo no Judiciário para programar um “cronograma de desativação” para fechar os  hospitais regionais de Acari, Angicos, Apodi, Canguaretama, Caraúbas, João Câmara e São Paulo do Potengi .

O Sindsaúde é contrário a quaisquer medidas que expressem cortes na saúde pública e nos investimentos sociais. Rejeitamos quaisquer medidas neoliberais de sucateamento, fechamento e privatização do serviço público. Somos a favor da ampliação do Sistema Único de Saúde 100% estatal e gratuito, e estaremos em luta permanente contra o fechamento dos hospitais regionais e quaisquer outros retrocessos implementados pelos governos de plantão.

Abaixo a TAC 138/2017!
Contra o fechamento dos hospitais regionais: nenhum hospital a menos!
Fora Robinson! Fora Temer! Fora Todos Eles!


Veja as fotos do protesto:



segunda-feira, 10 de julho de 2017

Governo do RN promete fechar sete hospitais regionais em até 120 dias


Em acordo firmado com Ministério Público, Governo Robinson promete implementar “cronograma de desativação” para fechar hospitais regionais de Acari, Angicos, Apodi, Canguaretama, Caraúbas, João Câmara e São Paulo do Potengi - em até 120 dias. 

O governo Robinson ataca novamente os hospitais regionais do Rio Grande do Norte. Repetindo o trajeto que levou ao fechamento do Hospital da Mulher em 2016, o Governo negocia com o Judiciário autorização para desativar os Hospitais Regionais, ou senão alguma forma de parar de investir recursos nestes, como a municipalização (que também significaria o fechamento, pois os municípios são entes federados com ainda menos recursos que o Estado).

Em Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre o Ministério Público e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o Estado “demonstrou descumprir, em todos os seus hospitais regionais e unidades de saúde, as normas laborais referentes à proteção da saúde, segurança e higiene dos profissionais que neles laboram”. Ao assumir sua responsabilidade sobre o caos generalizado que se encontra a saúde pública do Estado do RN, o Governo deveria atuar para melhorar e investir recursos nos locais em que o orçamento está escasso. Muito pelo contrário, o Governo está utilizando seu próprio descaso para com a saúde pública como um argumento para desativar sete hospitais regionais no interior do Estado!

Tomar as ruas em defesa dos hospitais regionais

Os diferentes níveis de governo tem uma característica comum: todos sucateiam os serviços públicos e cortam os poucos direitos do povo pobre. A política de fechamento dos hospitais regionais é parte do receituário neoliberal que quer fazer a classe trabalhadora pagar pela crise. Saúde pública, educação, moradia, etc. não são prioridades para estes governos: por um outro lado o governo toma como prioridade máxima o pagamento de juros da dívida pública aos banqueiros – que consome mais da metade do orçamento nacional.      
      

No final de 2016, o Governo também ameaçou fechar ou municipalizar o Hospital de Apodi em até 30 dias. A população, que não havia esquecido do fechamento recente do Hospital da Polícia e do Hospital da Mulher, tomou as ruas de Apodi em uma manifestação massiva convocada pelo Sindsaúde que fez o governo desconversar. De lá para cá, o governo deu uma trégua, mas voltou com tudo para cumprir sua missão de fechar os hospitais regionais do interior. O Sindsaúde Mossoró se mantém firme na defesa do SUS por nenhum hospital a menos. Seguiremos lutando lado-a-lado com a população indignada, em defesa da saúde pública e dos direitos da população.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Chapa 1 vence eleições regionais do Sindsaúde Mossoró


Depois de dois dias de movimentação intensa na sede do sindicato e nos locais de trabalho da saúde pública, encerrou-se o processo eleitoral do Sindsaúde – Regional de Mossoró. A apuração confirmou que por 802 votos a 420, a Chapa 1 – Sindicato Somos Nós, Nossa Força, Nossa Voz – venceu a Chapa 2 – Sindicato para Todos! – com uma maioria de 65%. Votaram na eleição sindical 1242 trabalhadoras e trabalhadores da saúde, representando cerca de 60% de toda a categoria associada, o que demonstra uma ampla participação da base neste processo.


Confira a tabela com os dados da apuração: 



Confira as fotos do momento da apuração:


Cinco mesas coletoras contabilizaram os votos das 18 urnas 

Em cada mesa participou um(a) escrutinador(a) e fiscal de cada chapa concorrente


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Eleições do Sindsaúde Mossoró seguem nesta quinta-feira

Mais de 600 servidores votaram nesta quarta 05/07. Coleta de votos segue nesta quinta-feira.

As eleições do Sindsaúde Mossoró seguem nesta quinta envolvendo toda a categoria. Mais de 600 sócias e sócios do sindicato já votaram nas 18 urnas localizadas nos locais de trabalho da saúde em Mossoró e em todo oeste potiguar. A coleta de votos segue nesta quinta-feira, o dia inteiro, visando atingir o quórum de 1073 votos para validar o processo eleitoral.

É fundamental que todas e todos filiados participem deste evento da democracia sindical. Os sócios podem votar na sede do Sindsaúde Mossoró, nos hospitais regionais, bem como em alguns locais de trabalho. Não deixe de votar!

Confira os locais de votação:

URNA 1: Sede do Sindsaúde Mossoró
URNA 2: Hospital Rafael Fernandes
URNA 3: Hemocentro
URNA 4: Hospital Regional de Assú
URNA 05: Hospital Regional Tarcísio Maia
URNA 06: Hospital Regional Tarcísio Maia
URNA 07: UBS Jucuri-Felipe Guerra/Hospital Regional de Apodi/Hospital Regional de Caraúbas
URNA 08: Campo Grande/ Triunfo Potiguar/ Janduís
URNA 09: Hospital Regional de Angicos/Hospital Regional de Areia Branca
URNA 10: Maísa/Grossos
URNA 11: UBS Pintos - Vignt Rosado - Ilha de Santa Luzia - Alto da Pelonha
URNA 12: UBS Walfredo Gurgel – Teimosos – Dom Jaime – Liberdade II – Nova Vida
URNA 13: UBS Inocoop – Alameda – Liberdade I – Bom Jesus – Sumaré
URNA 14: Banco de Leite/Citohistopatologia/UBS CCE/ PAM/AMI/CEO-PAM Odontológico
URNA 15: UBS Quixabeirinha – Ouro Negro – Boa Vista / Ambulatório Hospital da Polícia
URNA 16: UBS Pereiros – CAPS AD – Alto da Conceição – Lagoa do Mato – Belo Horizonte
URNA 17: UBS Estrada da Raiz – Santo Antônio – Barrocas Sinharinha Borges – Barrocas Dr. Ildone Cavalcante / UPA Santo Antônio
URNA 18: UBS Abolição II – Abolição III – Abolição IV – Santa Delmira – Redenção / URSAP-UNICAT

Confira os registros fotográficos das eleições sindicais:


segunda-feira, 3 de julho de 2017

II Descida do Alto marca greve geral em Mossoró

Servidores da saúde em greve participam da II Descida do Alto contra as Reformas

Na tarde desta sexta-feira 30 de junho ocorreu a II Descida do Alto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Nem mesmo a forte chuva foi capaz de dispersar os manifestantes, que marcharam rumo à praça do PAX reivindicando o arquivamento definitivo das reformas e a saída do governo Temer e de todos os corruptos do Congresso. O protesto unificou dezenas de sindicais, além de entidades do movimento popular e estudantil. Além de Mossoró, ocorreram manifestações e greves políticas em centenas de cidades do país.

Apesar do dia de lutas ter sido convocado enquanto a segunda Greve Geral, importantes centrais sindicais como Força Sindical e UGT desmobilizaram na última semana, transformando a Greve Geral em uma proposta estéril de “Junho de Lutas”. A dispersão ocorreu pois estas centrais já estão negociando as reformas com o governo Temer. A CUT, por sua vez, não denunciou a manobra das centrais sindicais, preferindo construir atos por “Diretas Já” – tirando o foco da luta contra as reformas.


Apesar das condutas das direções de esvaziar as lutas, a CSP-CONLUTAS compreende que existe uma tremenda indignação popular com o Governo Temer e este Congresso corrupto. Mancha, dirigente nacional da CSP-CONLUTAS, afirma que:

“Para nós, não há espaço para conversas com este governo moribundo, que não tem como continuar no poder, se seguirmos com a mobilização dos trabalhadores. Aqueles que pensavam que o dia 30 seria fraco estão vendo as notícias que chegam do País inteiro. As centrais que vacilaram no último momento na construção da Greve Geral cometeram um grande equívoco. Hoje é mais um recado para o governo e mais um recado para todas as centrais sindicais, de que não podemos negociar com este governo e que nenhuma medida provisória vinda do Temer vai atender os nossos interesses. Precisamos avançar com nossa luta”.

Confira o álbum de fotos da Greve Geral em Mossoró:


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Falta de transporte do Hemocentro impede a realização de cirurgias eletivas

Geladeiras de sangue do Hemocentro estão vazias por falta de exames 

O problema não é a falta de doações, é a falta de transporte que impede a realização dos exames necessários


Alerta para a saúde pública de Mossoró e região: as doações de sangue do Hemocentro não estão podendo ser liberadas. A carência de condições de transporte está impedindo que o sangue doado seja encaminhado até o Hemonorte, em Natal, para a realização da sorologia – procedimento que verifica se o sangue está saudável e pode ser encaminhado para transfusão. A situação levou ao cancelamento de todas as cirurgias cardíacas eletivas bem como ao atraso dos procedimentos cirúrgicos nos hospitais de Mossoró e região.

No presente caso, a falta de combustível dos carros do Hemocentro inviabiliza o transporte das amostras de sangue até Natal. O sangue não pode ser examinado, e portanto não pode ser liberado. Sem as condições de trabalho adequadas no Hemocentro, a saúde pública e também a privada sai prejudicada, pondo vidas humanas em risco.

Por estes e outros motivos, a saúde estadual estará entrando em greve no dia 30 (mesmo dia da Greve Geral contra as Reformas da Previdência e Trabalhista). O Sindsaúde Mossoró exige a regularização da prestação do serviço do Hemocentro, com o abastecimento dos seus veículos e a imediata transferência das amostras de sangue estocadas para a realização dos exames necessários no Hemonorte, em Natal - para que o sangue estocado possa ser liberado para a urgência/emergência e demais cirurgias eletivas.

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde Mossoró

O Sindsaúde Mossoró - a partir de sua assessoria de comunicação - visa pautar a temática da saúde pública sob a ótica da classe trabalhadora, para dialogar com profissionais da saúde e com a sociedade potiguar como um todo. Neste sentido, apresenta o Boletim de Balanço da Gestão, relembrando ''uma trajetória de lutas e conquistas.

Acesse aqui o Boletim do Sindsaúde - Regional de Mossoró: